
O afastamento compulsivo do
Estrela da Taça de Portugal por deliberação do Conselho de Disciplina (C.D) da F.P.F, na sequência da alegada utilização indevida de 14 jogadores ante o Mafra, indignou o presidente António Oliveira, que reclama ser "mais uma cabala contra o clube".

Oliveira, assevera que "o recurso ao Conselho de Justiça [C.J] está a ser elaborado e será entregue". "No comunicado 82, de 28 de agosto, respeitante à reunião de dia 21, era dado a saber que o emblema estava em condições de inscrever a equipa. Todavia, no dia 24 o sistema informático estava em baixo. Um problema ao qual somos alheios. No dia seguinte, as inscrições foram feitas" salientou.
António Oliveira vai mais além e acusa a F.P.F de dualidade de critérios. "Não tenho nada contra o Boavista, mas na sexta-feira passada, dia 11, os dirigentes daquele clube estiveram na sede da federação. O certo é que na quarta-feira já jogaram" vincou.
De notar que no dia 21 o C.D deliberou suspender, a partir de dia 24, os impedimentos à inscrição de atletas, por acordo para pagamento com Bruno Mauro, Tiago Rosa, Bruno Santos, Pedro Simões, Paulo Lopes, Zamorano, Hugo Morais e Rui Baião (ex-jogadores) e Vilaça (ex-treinador).
Ao mesmo tempo, o
Estrela foi impedido de registar contratos ou renovações a partir de dia 28, por dívidas a Jeremiah e Rui Neves, deliberação entretanto suspensa desde dia 3 de Setembro.
Mais: no comunicado 102, de 9 de Setembro, no qual era divulgado o processo instaurado, foi anunciado que a partir de dia 4 de Setembro o
Estrela enfrenta nova inibição por dívidas a Afonso Fernandes, Anselmo, Filipe Mendes, Jardel, Luís Vidigal, Marco Paulo, Nélson, N'Diaye, Rui Varela e Moreno.